Atividades  /  Eventos

Eventos

Blog

CLUBE DE LEITURA - MARÇO

mar 01 2021
2
0
CLUBE DE LEITURA - MARÇO

Com uma periodicidade mensal (à exceção de agosto), o Clube de Leitura destina-se a promover o prazer da leitura partilhada. As reuniões decorrem à volta de um livro previamente escolhido e lido por todos, proporcionando a convivência e a discussão entre quem gosta de ler e explorar os livros lidos, tornando a experiência da leitura ainda mais estimulante. Pontualmente poderá ter um escritor/dinamizador convidado.O Clube de Leitura reunirá a 25 de março de 2021, pelas 21h00, através do zoom, para a abordagem da obra "Na memória dos rouxinóis" de Filipa Martins.

CLUBE DE LEITURA - JANEIRO

jan 04 2021
3
0
CLUBE DE LEITURA - JANEIRO

Com uma periodicidade mensal (à exceção de agosto), o Clube de Leitura destina-se a promover o prazer da leitura partilhada. As reuniões decorrem à volta de um livro previamente escolhido e lido por todos, proporcionando a convivência e a discussão entre quem gosta de ler e explorar os livros lidos, tornando a experiência da leitura ainda mais estimulante. Pontualmente poderá ter um escritor/dinamizador convidado.O Clube de Leitura reunirá a 28 de janeiro de 2021, pelas 21h00, através do zoom, para a abordagem da obra "Uma Vida à Sua Frente" de Romain Gary.

EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFIA DE "PASSAGEM... POR MIA COUTO (1955-)"

jan 04 2021
0
0
EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFIA DE

Mia Couto, pseudónimo de António Emílio Leite Couto, é um escritor e biólogo moçambicano, que escreve romances, novelas, contos e poesia. Dentre os muitos prémios literários com os quais foi galardoado está o Prémio Neustadt, em 2014, tido como o "Nobel Americano" — Couto e João Cabral de Melo Neto foram os únicos escritores de língua portuguesa que receberam tal honraria. Um ano antes, em 2013 já tinha ganho o prémio Camões.Em 2020 Mia Couto venceu o prestigiado prémio de literatura Jan Michalski para o qual estavam nomeados grandes nomes da literatura mundial. O escritor moçambicano obteve o prémio com a Trilogia “As areias do imperador”, na sua tradução para a língua francesa e publicado pela editora francesa Editions Metaillé e na sua tradução para o inglês publicada nos Estados Unidos e em Inglaterra. Com esta exposição bibliográfica, patente na receção da Biblioteca, até 31 de janeiro, pretende-se dar a conhecer a sua vasta obra e incentivar o gosto pela literatura contemporânea ...

CLUBE DE LEITURA - DEZEMBRO 2020

dez 07 2020
3
0
CLUBE DE LEITURA - DEZEMBRO 2020

Com uma periodicidade mensal (à exceção de agosto), o Clube de Leitura destina-se a promover o prazer da leitura partilhada. As reuniões decorrem à volta de um livro previamente escolhido e lido por todos, proporcionando a convivência e a discussão entre quem gosta de ler e explorar os livros lidos, tornando a experiência da leitura ainda mais estimulante. Pontualmente poderá ter um escritor/dinamizador convidado.O Clube de Leitura de dezembro, que reunirá na semana de 14 de dezembro, pelas 21h00, através do zoom, para a abordagem da obra "Antologia de Vasco Graça Moura "Gloria in Excelsis: histórias portuguesas de Natal".A obra pode ser lida na totalidade, mas foram selecionados dois contos seguintes:1. "Noite de consoada" de Altino Tojal2. "A noite em que prenderam o Pai Natal" de José Eduardo Agualusa

EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE "PASSAGEM POR… EDUARDO LOURENÇO (1923-2020)”

dez 02 2020
4
0
EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE

Esta é a homenagem da Biblioteca Municipal a Eduardo Lourenço, nascido 23 de maio de 1923, em Almeida, na Beira Alta e que morreu na passada terça-feira em Lisboa, aos 97 anos. Partiu um dos pensadores mais marcantes da cultura portuguesa das últimas décadas, que era conselheiro de Estado, professor, filósofo, escritor, crítico literário, ensaísta, interventor cívico e foi várias vezes galardoado e distinguido. Conforme consta na página que lhe foi dedicada, do Centro Nacional de Cultura, Eduardo Lourenço deixa uma marca de "grande originalidade" do seu pensamento e a imagem do ensaísta que permitia "a única reflexão inteligente sobre a política nacional", como o definiu o poeta Herberto Helder, numa carta de 1978. Era um apaixonado pela literatura, referia-se aos livros como "filhos" e dizia que "estar-se sem livros é já ter morrido". Mas foi ...

EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFIA DE "PASSAGEM... POR BERNARDO SANTARENO (1920-1980)"

nov 04 2020
0
0
EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFIA DE
Depois de ter escrito a peça "Sou português, escritor e tenho 45 anos de idade", Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário, confessa que está "farto, cansado, já não acredito em nada, estou desesperado, a vida dói-me horrivelmente. Assim, esta representação é, gostaria que fosse, uma despedida".
Uma despedida sem amor, é o que prometia o escritor quando escreveu a peça terminada em março de 1974. Em vez de despedida o texto viria a marcar em Portugal o início de uma era de liberdade também para o teatro.
Esta peça foi escrita pouco antes do 25 de abril, que poria fim ao regime, que tinha censurado grande parte do seu trabalho.
A peça foi posta em cena no teatro Maria Matos, em Lisboa, depois do 25 de abril.
Igrejas Caeiro, numa das suas entrevistas na RTP, referia-se à peça como "uma magnífica aventura humana sobre os últimos 48 anos da vida portuguesa".
O elenco de atores envolvidos considerava "o teatro do momento, um grito de raiva de um povo".
Cem anos depois do seu nascimento em Santarém, a atriz Fernanda Lapa que o conheceu como médico-psiquiatra, de quem se tornou amiga e que a terá aconselhado a enveredar pela carreira artística, segundo as suas mais recentes declarações afirma que Santareno "era um homem extraordinário, de uma profunda humanidade e com convicções profundas".
Esta exposição bibliográfica, patente na receção da biblioteca, entre 2 e 30 de novembro, pretende divulgar o trabalho do grande poeta, dramaturgo e médico português cujas obras respondem à mesma questão essencial que é o direito à diferença e o respeito pela liberdade e dignidade do homem face à opressão e discriminação.

CLUBE DE LEITURA - 26 DE NOVEMBRO

nov 04 2020
2
0
CLUBE DE LEITURA - 26 DE NOVEMBRO

Livro Indicado: "A valsa do adeus" de Milan KunderaData: 26 novembro, 21h00Numas termas paradas no tempo, oito personagens deslizam ao ritmo de uma valsa cada vez mais acelerada: entre outros, uma bela enfermeira grávida, um célebre músico de jazz, um antigo militante desiludido e prestes a abandonar o país, um ginecologista original, um americano rico, simultaneamente santo e Don Juan.Construído com o rigor de um texto clássico, A Valsa do Adeus (o último livro que Kundera escreveu na antiga Checoslováquia) é o romance mais divertido do autor, uma espécie de sonho de uma noite de Verão, um vaudeville negro em que as questões mais graves são colocadas com uma ligeireza blasfema, levando-nos a compreender que o mundo moderno, entre outras coisas, nos roubou também o direito ao trágico.

CLUBE DE LEITURA - OUTUBRO

out 07 2020
2
0
CLUBE DE LEITURA - OUTUBRO
Livro indicado: "O talentoso Mr. Ripley" de Patricia Highsmith

Data: 29 outubro, 21h00 às 22h00

Sinopse: Patricia Highsmith é a grande criadora do romance policial psicológico e Tom Ripley é o personagem de referência da sua obra, um dos mais "negros" do policial do pós-guerra, "um homem que não reconhece a culpa em qualquer circunstância", segundo as palavras da escritora. Por isso ela lhe dedicou toda uma série de livros, que começa justamente com "O Talentoso Mr. Ripley" , mais uma vez adaptado ao cinema, agora pela câmara de Anthony Minghella. Aliás, a obra da autora desde cedo apaixonou os cineastas. O seu primeiro romance, "O Desconhecido do Norte-Expresso seria adaptado por Alfred Hitchcock.
Outros se lhe seguiram, fascinados por Ripley: René Clement e Wim Wenders. Ripley é um homem vulgar, que quer sair da América. A oportunidade surge quando o Sr. Greenleaf, seduzido por uma sua prestação ao piano, enganado por um casaco da Universidade de Harvard (Ripley é muito bom a imitar, a manipular, a disfarçar), o convence a ir à Europa e trazer-lhe de volta o filho, que vive em Itália uma dolce vita, com a mesada que o pai lhe manda todos os meses.
Ripley torna-se amigo de Dickie Greenleaf e da namorada deste, mas numa discussão violenta acaba por matá-lo e assumir a sua identidade. E a partir deste momento, o perigo, o inesperado, o medo, mas também uma frieza e um calculismo extremos perante a morte, passam a fazer parte do quotidiano de Ripley, que, no entanto, é capaz de se comover e nos comover, ao assistir a um espectáculo de ópera.


Categorias